Entre os 15 finalistas do 3º Concurso de Qualidade do Café Robusta Amazônico do Acre, uma história chamou atenção pela garra e superação: a de Gabrielle Freitas Tavares, moradora do Polo Belo Jardim, em Rio Branco. Ela foi a única representante da capital entre os premiados e conquistou o 9º lugar, levando para casa R$ 5 mil e o reconhecimento de quem começa a trilhar um novo caminho no campo acreano.
Gabrielle contou que participar do concurso foi motivo de orgulho e realização. “Pra mim foi um motivo de felicidade. Fiquei em nono lugar e tô muito feliz”, disse, sorrindo.
A produtora compartilhou um pouco da trajetória que a levou até o cultivo do café, marcada por coragem e decisão. Antes de apostar na agricultura, ela trabalhava como cuidadora de idosos e faxineira, ao lado da mãe. Foi com muito esforço que conseguiram dar o primeiro passo para mudar de vida.
“Eu era cuidadora de idoso e fazia faxina com a minha mãe. A gente vendeu a nossa casa pra poder plantar o café. Foi difícil, mas conseguimos estar aqui”, contou.
Com o primeiro ano de safra em andamento, Gabrielle afirma que o sonho agora é viver exclusivamente da produção de café. “É o primeiro ano de safra, mas a meta é essa: viver só do café”, completou.
