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Seria “grande covardia” abandonar ministério nesse momento, diz Sabino

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Seria “grande covardia” abandonar ministério nesse momento, diz Sabino

Belém — O ministro do Turismo, Celso Sabino (União Brasil), afirmou nesta sexta-feira (10/10) que seria uma “grande covardia” ele deixar o comando da pasta no momento, como lideranças de seu partido pressionavam.

Durante painel do Fórum Esfera em Belém, reduto eleitoral do ministro, Sabino afirmou que não poderia ter abandonado a pasta no momento em que Belém está prestes a sediar a COP30, a conferência do clima da ONU.

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Lula e Sabino

Ricardo Stuckert / PR2 de 4

Kebec Nogueira/Metrópoles
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O ministro do Turismo, Celso Sabino, esteve em reunião para debater estratégias contra anistia

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O ministro do Turismo pontuou que o governo Lula tem investido na infraestrutura de Belém para garantir que a rede hoteleira seja suficiente para receber os líderes que irão participar da COP

Kebec Nogueira/Metrópoles
@kebecfotografo

“Seria uma grande irresponsabilidade, de qualquer homem público, nesse momento que está vivendo, no Brasil, no turismo em Minas Gerais, em São Paulo, no Rio de Janeiro e, especialmente, aqui no estado do Pará… Seria uma grande covardia se eu abandonasse o ministério esse momento. Por isso acredito que os homens públicos, além de terem responsabildiade com a coisa pública, além de terem compromisso com o povo, além de terem compromisso com a administração, precisam ter em algum momento da sua histsória, coragem para afzer aquilo que precisa ser feito”, disse Sabino.

O ministro do Turismo, como vem noticiando o Metrópoles, peitou o próprio partido e decidiu permanecer no cargo. A decisão levou o União Brasil a afastá-lo das funções partidárias e a abrir processo de expulsão dele.

O colunista viajou a convite do Grupo Esfera

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