A socialite Regina Lemos Gonçalves esteve pela primeira vez em sua mansão em São Conrado, Zona Sul do Rio, desde que o ex-motorista José Marcos Chaves Ribeiro, acusado de tentativa de feminicídio, sequestro, cárcere privado, violência psicológica e furto qualificado, foi preso no fim de agosto. O homem estava foragido desde novembro de 2024 e utilizava a residência como esconderijo.
Durante a visita, Regina recebeu o amigo, maquiador e cabeleireiro Eduard Fernandes, proprietário do salão Maison Meyer, para ajudá-la a cuidar do visual. A socialite, de 89 anos, constatou que a casa havia sido danificada e que diversos itens desapareceram ao longo do tempo. Apesar do impacto, ela considera cada superação como uma evolução e conquista.
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Segundo familiares, parte do acervo de Regina, avaliado em mais de R$ 2 bilhões, incluindo obras de arte e peças raras, desapareceu ao longo dos anos, e um dos objetivos da investigação contra José Marcos é recuperar esses bens.
Após os traumas sofridos, a herdeira de Nestor Gonçalves, fundador da Copag, vem enfrentando um quadro de depressão. A socialite agora se sente mais segura para retomar atividades como viagens, passeios e festas com amigos e familiares.

