Socorro Neri aprova piso salarial para profissionais de apoio da educação básica em comissão mais rigorosa da Câmara

O Projeto de Lei 2531/21, que institui o piso salarial nacional para os profissionais de apoio técnico, administrativo e operacional da educação básica pública brasileira

Por Redação, ContilNet 15/10/2025

A Comissão de Finanças e Tributação (CFT) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (15), sob relatoria da deputada federal Socorro Neri, o Projeto de Lei 2531/21, que institui o piso salarial nacional para os profissionais de apoio técnico, administrativo e operacional da educação básica pública brasileira.

Socorro Neri aprova piso salarial para profissionais de apoio da educação básica em comissão mais rigorosa da Câmara

De acordo com Socorro Neri, esse projeto corrige uma injustiça com quem faz a escola funcionar todos os dias ao lado do corpo docente/Foto: Cedida

A aprovação ocorreu por unanimidade em uma das comissões mais rigorosas da Casa, responsável por verificar a compatibilidade fiscal das propostas e garantir a indicação de fonte orçamentária.

Socorro Neri destacou a reparação histórica que o projeto representa:

“A Constituição definiu o piso para os profissionais da educação, não apenas para os professores. Esse projeto corrige uma injustiça com quem faz a escola funcionar todos os dias ao lado do corpo docente.”

O texto aprovado estabelece que o piso desses profissionais será de 75% do valor do piso nacional do magistério, com reajuste automático vinculado à mesma política de correção aplicada aos professores.

“O que estamos garantindo aqui é reconhecimento e equidade: valorizar também aqueles que atuam nas funções administrativas, técnicas e operacionais da educação básica pública.”

Durante a sessão, Socorro Neri agradeceu o apoio dos deputados professora Luciene Cavalcante e Rafael Brito, parceiros constantes na agenda de valorização dos profissionais da educação, e ao presidente da comissão, deputado Rogério Correia, por pautar o projeto.

Com a aprovação na Comissão de Finanças e Tributação, a proposta segue agora para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), última etapa antes de ir ao Senado e, por fim, à sanção presidencial.

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