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STF: Gleisi minimiza risco de derrota, mas base não garante votos

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STF: Gleisi minimiza risco de derrota, mas base não garante votos

A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, minimizou a possibilidade de o Senado barrar a indicação do advogado-feral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Como a coluna revelou na quinta-feira (16/10), o presidente Lula decidiu indicar Messias para a vaga do ministro Luís Roberto Barroso, que se aposenta da Corte a partir deste sábado (18/10).

STF: Gleisi minimiza risco de derrota, mas base não garante votos4 imagensGleisi Hoffmann, ministra de Relações InstitucionaisPresidente Lula e o senador Rodrigo PachecoJorge Messias é advogado-geral da União no governo Lula e cotado para vaga no STFFechar modal.STF: Gleisi minimiza risco de derrota, mas base não garante votosSTF: Gleisi minimiza risco de derrota, mas base não garante votos1 de 4

Gleisi Hoffman e Lula

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Gleisi Hoffmann, ministra de Relações Institucionais

KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografoSTF: Gleisi minimiza risco de derrota, mas base não garante votos3 de 4

Presidente Lula e o senador Rodrigo Pacheco

Igo Estrela/Metrópoles. @igoestrelaSTF: Gleisi minimiza risco de derrota, mas base não garante votos4 de 4

Jorge Messias é advogado-geral da União no governo Lula e cotado para vaga no STF

Reprodução / Redes sociais

À coluna, Gleisi lembrou que o Congresso “nunca barrou” uma indicação de Lula. “A indicação é uma prerrogativa exclusiva do presidente. Não acho que o Senado vai interferir nisso”, disse.

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Senadores da base aliada de Lula, no entanto, afirmam que não há garantia de que o governo conseguirá os votos necessários para aprovar a indicação de Messias ao STF.

A resistência, segundo esses senadores, viria especialmente de parlamentares da oposição e de alas do Centrão, que defendiam a indicação de Rodrigo Pacheco (PSD-MG) para a vaga de Barroso.

Oficializada a indicação por Lula, o nome de Messias será encaminhado ao Senado, que sabatinará o indicado. Para ter seu nome aprovado, o ministro precisa de votos de ao menos 41 dos 81 senadores.

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