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Vizinho de CAC roubado por PF fake é preso por vazar informações

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Vizinho de CAC roubado por PF fake é preso por vazar informações

O vizinho do empresário colecionador, atirador e caçador (CAC) roubado por policiais federais falsos em Vinhedo, no interior de São Paulo nesta terça-feira (28/10), foi preso, suspeito de estar envolvido no crime, fornecendo informações da vítima aos autores do roubo.

O homem foi levado à delegacia da cidade, onde confessou a participação no delito. Na unidade policial, ele foi preso em flagrante. Diligências seguem para identificar os demais criminosos envolvidos e na recuperação das armas roubadas.

Invasão com falsos mandados

Segundo o boletim de ocorrência, uma das vítimas contou aos policiais que, por volta das 8h44 desta terça, sete criminosos entraram no imóvel, vestindo coletes balísticos e identificando-se falsamente como policiais federais. Os assaltantes apresentaram um mandado de busca e apreensão “aparentemente falso” e solicitaram a entrega imediata de todo o armamento presente no endereço.

Na sequência, os suspeitos determinaram que a vítima abrisse o cofre da residência, simulando o cumprimento de uma operação policial. Os assaltantes “apreenderam” armas, munições e materiais de recarga, que foram postos em um caminhão do tipo baú de pequeno porte.

A vítima foi levada pelos criminosos, que a colocaram dentro de uma falsa viatura policial e a abandonaram às margens da Rodovia Edenor João Tasca, ocasião em que foi ameaçada de morte e percebeu tratar-se de um roubo.

Outras cinco pessoas que ficaram na residência permaneceram rendidas no interior do imóvel sob a vigilância de parte da quadrilha.

Itens roubados

A vítima afirmou ser CAC, estando todo o armamento devidamente registrado, tendo os criminosos também roubado a documentação.

O homem também contou que um cabo mestre de internet da região foi cortado, possivelmente pelos criminosos, o que dificultou a comunicação.

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Equipes da Delegacia de Vinhedo foram ao local e requisitaram perícia para levantar impressões digitais. O caso foi registrado como roubo a residência e associação criminosa.

Até o momento desta publicação, nenhum item roubado foi recuperado.

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