Novos detalhes sobre o relacionamento entre Adriane Galisteu e Ayrton Senna voltaram a ganhar destaque. No documentário Meu Ayrton por Adriane Galisteu, da HBO Max, a apresentadora relembrou momentos íntimos do namoro e revelou que o piloto decidiu ajudar financeiramente sua família enquanto eles estavam juntos.
Segundo Galisteu, Senna pediu que ela diminuísse o ritmo de trabalho para que pudessem viajar com mais frequência e acompanhar as corridas juntos. A proposta, no entanto, encontrou resistência, já que Adriane era uma das responsáveis por sustentar a casa.

Reprodução/Arquivo pessoal
Ela contou que explicou ao piloto que não podia abrir mão da renda mensal. Foi então que Senna sugeriu enviar um valor fixo à mãe de Adriane, dona Emma, hoje com 84 anos. A quantia, depositada mensalmente pela secretária do piloto, garantiria tranquilidade para que o casal pudesse aproveitar mais tempo junto.
Ele teria dito: “Se eu mandar seis mil por mês, resolve? Assim eu fico em paz e você pode viajar comigo.” Para a apresentadora, o gesto foi uma demonstração de cuidado que a deixou mais tranquila durante o namoro.
O que ficou após a morte de Senna
Apesar da ajuda financeira durante o relacionamento, Galisteu afirmou que não recebeu bens ou herança após a morte do piloto, em 1994. Ela guarda apenas presentes afetivos que ganhou durante o namoro:
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um Fiat Uno Mille 1993,
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um par de óculos,
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uma escova de dentes,
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e um pijama.
Adriane revelou que já foi procurada por interessados em comprar o carro — um deles oferecendo R$ 200 mil —, mas recusou. Segundo ela, o veículo simbolizava um sonho distante para uma jovem de classe média baixa na época, e se tornou uma lembrança especial do piloto.
Fonte: Documentário Meu Ayrton por Adriane Galisteu (HBO Max) / Notícias da TV / Metrópoles
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