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Bolsonaro é levado a espaço reservado da PF; saiba como é o local onde está preso

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Bolsonaro é levado a espaço reservado da PF; saiba como é o local onde está preso

Jair Bolsonaro está detido em uma sala de Estado Maior da Polícia Federal, um ambiente preparado especialmente para abrigá-lo e cuja estrutura interna despertou curiosidade desde sua prisão na manhã deste sábado (22/11). Segundo informações veiculadas na imprensa nas últimas semanas, o local foi reformado recentemente.

De acordo com a jornalista Daniela Lima, do portal UOL, o espaço onde está detido o ex-presidente possui 12 metros quadrados, banheiro privativo, escrivaninha, ar-condicionado e frigobar. A cela especial também dispõe de armários e aparelho de televisão.

Veja as fotos

Alexandre de Moraes no primeiro dia do julgamento de Jair Bolsonaro no STFReprodução: YouTube/TV Justiça
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)Foto: Antonio Augusto/STF
Bolsonaro registra presença no jardim de casa no quinto dia do julgamento no STFReprodução: Metrópoles
Pai e filho, Jair e Eduardo BolsonaroFoto: Tomzé Fonseca/Futura Press/Estadão
Ex-presidente Bolsonaro registrou R$ 30 milhões em movimentações, diz Polícia FederalFoto: Ton Molina/STF

A ida de Bolsonaro à sede da PF ocorreu em meio à convocação feita por seu filho, Flávio Bolsonaro, que chamou apoiadores para uma vigília e declarou estar em “luta” pela libertação do pai. O episódio ganhou mais tensão após o rompimento do monitoramento da tornozeleira eletrônica durante a madrugada, fato que levantou suspeitas sobre eventual tentativa de evasão.

Diante do cenário, a PF decidiu agir de forma imediata, considerando ainda o precedente recente envolvendo Alexandre Ramagem, que deixou o país de maneira reservada após também ter sido condenado por envolvimento em articulações golpistas. Para evitar atenção pública e movimentação externa, equipes utilizaram veículos descaracterizados na operação.

Ainda de acordo com Daniela Lima, ao ingressarem no condomínio onde Bolsonaro reside, os agentes encontraram apoiadores já posicionados dentro da área privada, situação que reforçou a avaliação de risco de aglomeração e interferência na ordem pública, argumento utilizado para respaldar a medida adotada e a forma como ela foi executada.

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