Com rosto esfacelado, Japinha do CV era “linha de frente” da facção

Por MetrĂłpoles 01/11/2025

A mulher conhecida como “Japinha do CV”, apontada pela PolĂ­cia Civil do Rio de Janeiro como uma das principais combatentes e linha de frente do Comando Vermelho (CV), morreu em confronto com forças de segurança durante a Operação Contenção, realizada na Ășltima terça-feira (28) nos Complexos do AlemĂŁo e da Penha, no Rio de Janeiro.

Segundo informaçÔes apuradas pela coluna Na Mira, a criminosa, tambĂ©m chamada de “PenĂ©lope”, teria resistido Ă  abordagem policial e atirado contra os agentes. Durante o tiroteio, ela foi atingida no rosto e morreu ainda no local.

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Imagens e vĂ­deos do corpo da mulher circularam nas redes sociais logo apĂłs o confronto, gerando indignação da famĂ­lia. A irmĂŁ de PenĂ©lope fez um apelo pĂșblico pedindo o fim da divulgação das fotos.

Com rosto esfacelado, Japinha do CV era “linha de frente” da facção9 imagensPedido dos familiaresJapinha do CV teve rosto esfacelado com tiro de fuzilFoto nas redes sociaisCom rosto esfacelado, Japinha do CV era “linha de frente” da facçãoCom rosto esfacelado, Japinha do CV era “linha de frente” da facçãoFechar modal.Com rosto esfacelado, Japinha do CV era “linha de frente” da facçãoCom rosto esfacelado, Japinha do CV era “linha de frente” da facção1 de 9

Mensagens no X para Japinha do CV

Reprodução/Redes SociaisCom rosto esfacelado, Japinha do CV era “linha de frente” da facção2 de 9

Pedido dos familiares

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Japinha do CV teve rosto esfacelado com tiro de fuzil

Material cedido ao MetrópolesCom rosto esfacelado, Japinha do CV era “linha de frente” da facção4 de 9

Foto nas redes sociais

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Com rosto esfacelado, Japinha do CV era “linha de frente” da facção7 de 9

Japinha com fuzil

Imagem cedida ao MetrópolesCom rosto esfacelado, Japinha do CV era “linha de frente” da facção8 de 9

Foto de fuzil com ursinhos

Com rosto esfacelado, Japinha do CV era “linha de frente” da facção9 de 9

Corpo de Japinha no chĂŁo

Avanço do CV

“Pessoal, aqui Ă© a irmĂŁ da PenĂ©lope. Entrem no Instagram dela pra postar essa mensagem, por favor parem de postar as fotos dela morta, eu e minha famĂ­lia estamos sofrendo muito”, escreveu. Ela informou que o perfil da irmĂŁ serĂĄ usado para homenagens pĂłstumas.

A PolĂ­cia Civil do Rio de Janeiro atualizou na manhĂŁ de quinta-feira (30) o nĂșmero de mortos na megaoperação: 121 pessoas.
A ação, que se tornou a mais letal da história do país, teve como objetivo conter o avanço territorial do Comando Vermelho e cumprir cerca de 100 mandados de prisão nas comunidades do Alemão e da Penha.

Cerca de 2.500 agentes das PolĂ­cias Civil e Militar participaram da ofensiva. Segundo o balanço do governo do estado, 54 corpos foram encontrados no dia da operação e outros 63 foram localizados por moradores em uma ĂĄrea de mata do Complexo da Penha, na quarta-feira (29). Entre as vĂ­timas estĂŁo tambĂ©m quatro policiais — dois civis e dois militares.

A operação, que tambĂ©m mirava criminosos de outros estados, incluindo membros do CV vindos do ParĂĄ, foi considerada pelo governo fluminense um “golpe duro contra o crime organizado”.

Enquanto as autoridades comemoram o resultado, organizaçÔes de direitos humanos e moradores das comunidades cobram investigaçÔes sobre excessos e possíveis execuçÔes durante a ação.

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