Flotilha Yaku Mama chega Ă  COP30 com demandas de povos indĂ­genas

Por AgĂȘncia Brasil 10/11/2025 Ă s 20:05


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Mais de 60 lideranças e ativistas ambientais concluĂ­ram uma viagem de barco de 25 dias e chegaram a BelĂ©m nesta segunda-feira (10) para apresentar reivindicaçÔes durante a realização da 30ÂȘ ConferĂȘncia das NaçÔes Unidas sobre Mudanças ClimĂĄticas (COP30). Flotilha Yaku Mama chega Ă  COP30 com demandas de povos indĂ­genasFlotilha Yaku Mama chega Ă  COP30 com demandas de povos indĂ­genas

A iniciativa foi idealizada por entidades indígenas da região, entre elas a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib). A flotilha Yaku Mama saiu do Equador e passou pela ColÎmbia até chegar a Belém.

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A porta-voz da Flotilha Yaku Mama, Lucia Ixchiu, diz que o objetivo é criar estratégias conjuntas entre os povos indígenas. 

“Para nĂłs, o mais importante Ă© construir solidariedade alĂ©m fronteiras, porque a situação mundial Ă© muito difĂ­cil. Precisamos, por exemplo, combater a poluição do rio Amazonas”, diz. 

Outra reivindicação Ă© uma maior participação na gestĂŁo dos territĂłrios. TambĂ©m querem acesso Ă  ĂĄgua potĂĄvel e um combate mais efetivo Ă  mineração, Ă  exploração de petrĂłleo e Ă  violĂȘncia contra os povos originĂĄrios.

O líder indígena Pablo Inuma Flores, da região do Baixo Madre de Diós, no Peru, disse que é preciso dialogar de forma construtiva. 

“O objetivo Ă© ter combustĂ­veis limpos, que nĂŁo poluam e evitar derramamentos queremos zero combustĂ­veis fosseis, zero mineração ilegal, zero extrativismo, zero desmatamento e zero extração ilegal de madeira”.  

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