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José Américo: o Acre sabe o que quer — e Bocalom mostrou isso na COP30

Por José Américo, ContilNet

O Acre sabe o que quer — e Bocalom mostrou isso na COP30

Bocalom não levou teoria para Belém. Levou prática. Levou o exemplo dos seus três mandatos como prefeito em Acrelândia e do seu segundo mandato, na capital, Rio Branco/Foto: Reprodução

O Acre sabe o que quer. E Tião Bocalom mostrou ao mundo, na COP30, exatamente qual é esse caminho: colocar o amazônida no centro da preservação da Amazônia. Único político acreano com direito a fala no evento, ele fez o que poucos fazem — trocou abstrações por realidade.

Falou do homem e da mulher da floresta. Da vida concreta de quem precisa de ramal trafegável, de mecanização agrícola, de saúde, educação e cultura. Defendeu que não existe Amazônia protegida com gente abandonada. Que não há sustentabilidade possível sem dignidade humana.

Bocalom não levou teoria para Belém. Levou prática. Levou o exemplo dos seus três mandatos como prefeito em Acrelândia e do seu segundo mandato, na capital, Rio Branco. Mostrou que é possível desenvolver, produzir, gerar renda e preservar — ao mesmo tempo. Mostrou que discurso sem execução não muda nada, mas execução com responsabilidade e determinação muda tudo.

Sua fala ecoou porque veio de quem vive a Amazônia, não de quem apenas fala sobre ela. Porque veio de quem acredita que floresta se preserva com gente dentro, com oportunidades dentro, com futuro dentro.

Esse é o recado que ele deixou à COP30: proteger a Amazônia é proteger o amazônida.

É isso que o acreano quer — e Bocalom sabe fazer.

Mostrou, na prática de vida e nas gestões públicas, como  é possível fazer.

 

 

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