A técnica de enfermagem Raiza Bentes, que realizou o atendimento ao pequeno Benício Xavier de Freitas, de 6 anos, afirmou em depoimento que apenas cumpriu a prescrição médica ao aplicar a dose de adrenalina. A criança morreu após receber a medicação, e, segundo os pais, o óbito ocorreu em decorrência de uma dosagem incorreta administrada durante o atendimento entre sábado (22) e a madrugada de domingo (23). O caso está sob apuração do Ministério Público do Amazonas e da Polícia Civil.
Justiça concede habeas corpus preventivo enquanto investigação segue por homicídio doloso qualificado/Foto: Reprodução
A médica Juliana Brasil Santos, responsável pela prescrição errada, vai responder às investigações em liberdade após a Justiça conceder um habeas corpus preventivo. De acordo com o delegado Marcelo Martins, o caso é investigado como homicídio doloso qualificado. O relatório do hospital, enviado à Polícia Civil, registra que a profissional reconheceu ter prescrito adrenalina na veia do menino, informação decisiva para o andamento do inquérito.
O documento detalha o erro assumido pela médica durante o atendimento. As autoridades seguem colhendo depoimentos, analisando prontuários e reunindo evidências para esclarecer todas as circunstâncias da morte de Benício, que causou grande comoção e mobilizou os órgãos de investigação no Amazonas.
Com informações G1
