O subprocurador Lucas Furtado pediu que o Tribunal de Contas da União (TCU) também investigue a “farra” de viagens de diretores da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).
Sede da ANTT em Brasília
Foto: Rafaela Felicciano/ Metrópoles
Rafael Vitale, ex-diretor geral da ANTT
Lula Marques/Agência Brasil
Rafael Vitale, ex-diretor geral da ANTT
Reprodução/Instagram
Rafael Vitale, ex-diretor geral da ANTT
Valter Campanato/Agência Brasil.
Rafael Vitale, ex-diretor geral da ANTT
Reprodução/Instagram
Conforme revelou a coluna nesta segunda-feira (17/11), a ANTT tem realizado viagens sem justificativas nem planejamento. Entre 2023 e 2024, a agência gastou R$ 16,7 milhões com passagens e diárias, em meio a um contexto de restrições orçamentárias.
Relatório da Controladoria-Geral da União (CGU) aponta ainda que diretores da ANTT passaram mais de 100 dias fora do país e que a agência tem, inclusive, copiado e colado relatórios de viagens.
Furtado pede que o TCU apure eventuais indícios de desvio de finalidade e, caso as irregularidades sejam confirmadas, adote medidas para responsabilizar os gestores envolvidos. A medida se estende ao ex-diretor geral Rafael Vitale, que, segundo a CGU, teria apresentado informações falsas à Embaixada da China no Brasil para levar duas servidoras terceirizadas, às margens de um processo seletivo, em uma viagem ao país asiático.
Procurada, a ANTT informou que a atual gestão do órgão, iniciada em fevereiro, tem aplicado medidas para reduzir a quantidade de viagens internacionais.

