Paçoca com cocô de rato: polícia identifica fábrica de doces clandestina

Por Metrópoles 25/11/2025

A Polícia Civil identificou uma fábrica de doces clandestina em Campinas, no interior de São Paulo, nesta terça-feira (25/11). Durante a ação, os policiais encontraram fezes de rato no mesmo local onde eram produzidos doces derivados de amendoim, como pé de moleque e paçoca. Um homem foi preso.

7 4719 imagensPolícia Civil identifica fábrica de doces clandestina com fezes de rato em CampinasPolícia Civil identifica fábrica de doces clandestina com fezes de rato em CampinasPolícia Civil identifica fábrica de doces clandestina com fezes de rato em CampinasPolícia Civil identifica fábrica de doces clandestina com fezes de rato em CampinasPolícia Civil identifica fábrica de doces clandestina com fezes de rato em CampinasFechar modal.logo metropoles branca7 4711 de 9

Polícia Civil identifica fábrica de doces clandestina com fezes de rato em Campinas

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Divulgação/Polícia Civil

Ao Metrópoles, o delegado Sandro Jonasson, titular do 9º DP, informou que as investigações começaram há cerca de duas semanas após suspeitas de que o imóvel funcionaria como um depósito de cargas roubadas.

 

Nesta terça-feira, os agentes identificaram uma van descarregando no local e realizaram a abordagem. No endereço, eles identificaram uma estrutura industrial para fabricar e envasar doces de amendoim disponibilizados para venda.

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“O local era absolutamente insalubre, sujo, totalmente inapropriado para manipulação de alimentos. Fezes de roedores foram localizadas no mesmo lugar onde os gêneros alimentícios eram manipulados, fabricados, envasados e, posteriormente, colocados à venda, colocando em risco a saúde de consumidores inocentes.”

Fábrica de doces clandestina

  • De acordo com o delegado Sandro Jonasson, aproximadamente 3 mil embalagens prontas para venda foram encontradas no local.
  • As autoridades também identificaram 10 mil embalagens vazias, que seriam utilizadas posteriormente.
  • O proprietário foi localizado e afirmou que comercializava entre duas e quatro mil unidades de doce semanalmente, o que equivale a aproximadamente três toneladas.
  • Os produtos, segundo ele, eram distribuídos para supermercados, atacados, bares e até mesmo cantinas escolares da Região Metropolitana de Campinas.
  • A fábrica já havia sido interditado pela Vigilância Sanitária há cerca de um ano e meio.

O homem foi preso em flagrante pela prática de crimes contra a saúde pública e relações de consumo. A audiência de custódia está marcada para esta quarta-feira (26/11). As investigações continuam com o objetivo de identificar os compradores dos doces clandestinos.

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