Quatro meses após a retirada de um câncer no pâncreas, ele comentou como têm sido seus dias: “O principal é a gente sempre pensar positivo, que, lógico, no começo ainda tem um pouco de dor, tenho que me alimentar de forma diferente, há uma série de dificuldades, mas a gente precisa enxergar isso como pequenos obstáculos que devemos vencer todos os dias, sem reclamar por qualquer coisa, pensando positivo, porque amanhã pode ser melhor que hoje”.
O famoso também falou sobre como o corpo reagiu ao entrar no carro após tanto tempo: “Antes de ontem, quando entrei no carro, senti um pouco de calor, estou com dor no corpo inteiro, mas é normal, faz parte desse retorno. O carro é muito quente. Hoje também está um dia quente; devemos medir hoje 62, 63 graus dentro do carro. O maior desafio que vou ter hoje é esse, concluir a corrida”.
Sobre as restrições alimentares, ele explicou: “Não posso comer glúten, lactose, gordura, fritura, açúcar, grãos, uma série de coisas. Dentro disso, tenho que me esforçar ao máximo para melhorar”. Edu contou que desobedeceu a uma orientação médica: “Para a corrida, um mês atrás, dei um salto bom em relação à recuperação. Quando se mexe com esse tipo de órgão e nesse tipo de cirurgia tão séria, muitas vezes demora para recuperar o fôlego que tínhamos antes. Fisicamente, demorei um pouco mais do que imaginava”.
“O médico tinha falado para voltar só em maio ou junho do próximo ano, e eu não ouvi (risos). Tenho que completar a corrida. Preciso dar pelo menos 40 voltas, é bastante coisa para quem está retornando”, pontuou a personalidade gastronômica. Os próximos passos do tratamento incluem exames periódicos: “Tenho que fazer exames a cada três meses para verificar se está tudo bem. Os remédios que eu estava tomando parei de tomar recentemente. Tive um problema no sangue, precisei tomar remédio para afinar o sangue e, neste mês, parei tudo. Graças a Deus!”.