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Alanis Guillen destaca relevância de personagem lésbica no horário nobre da Globo

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Alanis Guillen destaca relevância de personagem lésbica no horário nobre da Globo

Uma das primeiras a chegar à confraternização do elenco da novela “Três Graças”, realizada na última terça-feira (16/12), em um restaurante de Curicica, na zona oeste do Rio de Janeiro, Alanis Guillen falou sobre o momento especial que vive em sua carreira. Em entrevista à repórter do portal LeoDias, Monique Arruda, a atriz comentou o reconhecimento do público e a responsabilidade de levar uma história de amor entre mulheres para o horário nobre.

Mesmo enfrentando trânsito intenso para chegar ao encontro, Alanis demonstrou entusiasmo com a fase atual da carreira: “Estou muito feliz!”, disse. Questionada se percebeu mudanças na forma como é abordada nas ruas por estar em uma produção das 21h, a atriz afirmou que o reconhecimento já existia, mas que agora ele ganha novas nuances: “Sempre me reconhecem por vários trabalhos. Esse também tem esse reconhecimento; às vezes é ‘a filha do Ferretti’! Mas cada um que me encontra lembra de algum personagem”, contou.

Veja as fotos

Divulgação: Globo
Lorena (Alanis Guillen) e Juquinha (Gabriela Medvedovski) em “Três Graças”Divulgação: Globo
Foto: Dani Toviansky/Globo
Alanis GuillenFoto: Dani Toviansky/Globo
Reprodução: Instagram/@alanissguillen
Alanis GuillenReprodução: Instagram/@alanissguillen
Reprodução: Globo
“Tô com reiva”, bordão de Juma Marruá, interpretada por Alanis Guillen em “Pantanal” (versão 2022)Reprodução: Globo
Foto: Manoella Mello/Globo
Alanis Guillen em “Mania de Você”Foto: Manoella Mello/Globo

Para Alanis, embora a novela das nove tenha, de fato, um alcance maior, o impacto também depende da identificação do público. Ainda assim, ela reconhece que a faixa horária amplia a repercussão da história: “Tem um público geral, tem seus horários… Mas acho que a novela das 21h repercute de uma maneira grande mesmo”, afirmou.

Na trama, a atriz vive uma personagem com um arco dramático intenso, que envolve um relacionamento afetivo com outra mulher, Juquinha, vivida por Gabriela Medvedovsky. Segundo ela, levar esse tipo de narrativa para o principal horário da dramaturgia brasileira é, ao mesmo tempo, uma grande responsabilidade e uma missão especial: “Estou muito feliz e honrada de essa história estar sendo bem contada e com uma repercussão ótima”, destacou a atriz.

Alanis revelou ainda que tem recebido mensagens de espectadores que se sentem representados pela trajetória da personagem. De acordo com a atriz, cenas de diálogo e acolhimento têm provocado identificação e alívio em quem acompanha a novela: “Tenho recebido mensagens de alegria por se sentirem representadas. Até esse diálogo com o Leo é um alívio, porque acho que o que a gente mais quer na vida é ser o que a gente é, com liberdade, com amor e com carinho da nossa família. Acho que, quando é para falar de amor e aceitação, a gente tem que estar de coração aberto e ser o que a gente é sempre”, refletiu Guillen.

Ao final da conversa, Alanis agradeceu o carinho do público e celebrou o clima de união entre o elenco de “Três Graças”, reforçando o sentimento de gratidão pelo trabalho e desejando boas festas de fim de ano.

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