Antônia Lúcia vai à Câmara atrás da vereadora apontada como amante de Silas: “Cadê a vagabunda?”

Segundo informações do Holofote, agentes da Polícia Federal estariam a caminho do município para acompanhar a situação devido ao tumulto que se formou na Casa Legislativa

A deputada federal Antônia Lúcia, do Republicanos do Acre, protagonizou na tarde desta quinta-feira uma cena de forte tensão na Câmara Municipal de Rio Preto da Eva, no Amazonas. Em busca da vereadora Katwyssya Chu Martinelli, apontada por ela como suposta amante de seu marido, o deputado federal e pastor Silas Câmara, Antônia Lúcia entrou no plenário aos gritos e questionou onde estaria a parlamentar, dizendo: “Cadê a vagabunda”, frase registrada em vídeo obtido com exclusividade pelo portal Holofote.

Deputada acusa vereadora de ser amante do marido/Foto: Reprodução

Segundo informações do Holofote, agentes da Polícia Federal estariam a caminho do município para acompanhar a situação devido ao tumulto que se formou na Casa Legislativa.

A presença de Antônia Lúcia na Câmara ocorreu após ela afirmar nas redes sociais que a suposta amante de Silas seria Katwyssya, vereadora do município. A deputada exigiu que a parlamentar deixasse o prédio da Câmara Municipal, que leva o nome de Pastora Terezinha Duarte Câmara, mãe do deputado Silas. Para ela, a permanência da vereadora no local seria desrespeitosa com a família e com o legado da matriarca.

O episódio se soma à crise conjugal que se tornou pública nos últimos dias. Antônia Lúcia vem utilizando suas redes para acusar Silas Câmara de infidelidade, abandono familiar e comportamentos que, segundo ela, estariam causando sofrimento aos filhos e netos. Ela também cita problemas envolvendo alcoolismo e uso de cigarros eletrônicos.

Além das acusações pessoais, a deputada insinua que recursos públicos teriam sido utilizados para sustentar o suposto relacionamento extraconjugal. Nas publicações, ela menciona estruturas e verbas ligadas à Frente Parlamentar Evangélica, além de programas sociais destinados a diabéticos, pessoas doentes, famílias em vulnerabilidade e iniciativas de pesca vinculadas ao INSS.

O caso provoca forte repercussão política nos dois estados e mobiliza aliados e opositores dos parlamentares, enquanto a situação na Câmara de Rio Preto da Eva segue sendo acompanhada pelas autoridades.

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