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Briga nos Raimundos: viúva de Canisso afirma que Digão quebrou seu nariz em agressão

Por Redação

Adriana Toscano, viúva de Canisso, revelou um dos episódios mais delicados da história interna dos Raimundos, envolvendo agressões físicas e um clima de conflito duradouro entre os integrantes. Em entrevista ao portal Leo Dias, ela afirmou que Digão, vocalista e líder da banda, acertou um soco em seu rosto, quebrando seu nariz durante uma briga no camarim.

Reprodução/Instagram

Segundo Adriana, o desentendimento teria começado quando Digão atacou o próprio baixista minutos antes de um show no interior de São Paulo.

“Lembro que estávamos felizes no camarim quando o Digão entrou do nada e foi direto com um soco na cara do Canisso. Começou uma briga do nada, um fuá estilo desenho animado. Me meti para separar e sobrou pra mim. Só vi a mão do Digão e, quando percebi, já tinha levado um soco e quebrado o nariz.”

Ela contou que passou o show inteiro chorando e procurou atendimento médico no dia seguinte, quando descobriu a fratura.

Ligação de desculpas e relação desgastada

Horas após o episódio, Adriana relata que recebeu um telefonema de Digão:

“Ele chorava muito, pediu desculpas e disse que era uma pessoa horrível.”

Apesar de ter perdoado naquele momento, ela afirma que conflitos posteriores fizeram perceber que nada mudaria:

“Perdoei naquela hora, mas depois, com as reincidências, vi que não mudaria. A gente perdoa, mas esquecer é difícil.”

Clima tenso desde a saída de Rodolfo

A viúva afirma que o ambiente ruim na banda já existia desde a época em que Rodolfo Abrantes decidiu sair dos Raimundos, e que o ex-vocalista teria desabafado que não suportava mais conviver com Digão:

“O próprio Rodolfo não aguentou. Um dia ele disse pra mim e pro Canisso: ‘Não aguento mais esse cara, tô caindo fora’.”

“Só quero que respeitem o legado do Canisso”

Adriana reforça que não deseja prejudicar a atual formação da banda, mas pede que o legado do marido seja respeitado:

“Não quero acabar com a banda atual. Só quero que cumpram as leis e não usem subterfúgios de mudança de CNPJ para dizer que estão certos. O baixista que morreu foi um dos fundadores, junto com Rodolfo e Digão.”


Fonte: Metrópoles
✍️ Redigido por ContilNet

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