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Recorde: Fundhacre tem a meta de realizar 600 cirurgias por mês em 2026, diz presidente

Por Geovany Calegário, ContilNet

A presidente da Fundação Hospitalar, Soron Steiner, afirmou que a unidade vive uma “virada histórica” na saúde pública ao reduzir de forma consistente o índice de suspensão de cirurgias e alcançar indicadores melhores do que os registrados por hospitais públicos e universitários em todo o Brasil.

Fundhacre registra queda histórica nas suspensões de cirurgias, amplia produtividade e projeta novos marcos para a saúde pública acreana/Foto: Secom

Durante coletiva de imprensa realizada nesta terça-feira (9), Soron destacou que a queda nas suspensões teve reflexo direto no aumento da produtividade e na redução do número de pacientes em fila de espera. Segundo ela, o hospital atingiu um patamar que coloca a Fundhacre entre as unidades com melhor desempenho do país nesse indicador.

“Nós conseguimos diminuir consideravelmente e de forma consistente o índice de suspensão de cirurgias, o que gera mais produtividade e menos pacientes em fila. Hoje, nosso indicador é melhor do que o de hospitais públicos e universitários de todo o Brasil”, afirmou.

A presidente também ressaltou a retomada de procedimentos que estavam paralisados há anos, como cirurgias vasculares, além da implantação de programas específicos, como o Opera Mama, voltado à reconstrução mamária e à dignidade da saúde da mulher, e a ampliação de procedimentos como próteses testiculares e penianas, ampliando o cuidado com a saúde do homem.

Outro avanço citado foi a realização inédita do transplante de tecido ósseo, fruto de articulação junto ao Ministério da Saúde, o que consolidou a unidade como referência regional em procedimentos de maior complexidade.

Para 2026, a meta apresentada pela gestora é ampliar ainda mais os indicadores, com a expectativa de chegar a 600 cirurgias por mês. Ela destacou ainda o fortalecimento dos protocolos de segurança, com a aplicação do checklist de cirurgia segura pelo centro cirúrgico, que elevou o índice de adesão de 12% para 72% ao longo de 2025.

Soron Steiner afirmou que 2025 já é considerado o maior ano de produção cirúrgica da história da unidade, com foco na garantia de qualidade e segurança aos pacientes atendidos pela rede pública.

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