O jornalista e apresentador Phelipe Siani relatou em suas redes sociais que passou por um momento de tensão na noite da última terça-feira (2/12), quando teve o celular roubado enquanto dirigia pela Marginal Pinheiros, em São Paulo (SP). Ele estava acompanhado da namorada, a publicitária Renata Gomes, a caminho de um evento.
De acordo com Siani, tudo aconteceu de forma abrupta. “Infelizmente, fui mais uma vítima. Estava no meu carro, na Marginal Pinheiros, com minha namorada e estávamos indo para um evento e, de repente, explodiram o vidro. Ficou cheio de estilhaço aqui, ainda dentro. Levaram o meu celular que estava aqui no suporte”, contou.
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O apresentador afirmou que, apesar do susto, ele e Renata saíram ilesos. Mesmo assim, o dia seguinte foi tomado por burocracias e tentativas de resolver os desdobramentos do assalto.
“A gente não se machucou. Não aconteceu nada grave nesse sentido, mas o dia inteiro foi aquilo: polícia, boletim de ocorrência, fala com os bancos, tentando entender o que aconteceu. A gente está bem fisicamente, mas o transtorno é gigantesco”, disse.
Reprodução/Instagram
Phelipe Siani e a atual namorada, Renata Gomes
Reprodução/Instagram @phelipe.siani
Phelipe Siani e a atual namorada, Renata Gomes
Reprodução/Instagram @phelipe.siani
Ele também lamentou a perda de materiais profissionais importantes armazenados no aparelho roubado: “Tinha muitos trabalhos das últimas viagens que fiz, muitas imagens, entrevistas que eu ainda não tinha conseguido subir na nuvem, porque minha nuvem está cheia porque são materiais em 4K, em um tamanho muito grande. Não tinha conseguido baixar também para o computador. O problema é gigantesco de um vagabundo que destruiu a janela do meu carro”.
No desabafo, Siani refletiu sobre a escalada de violência na cidade e fez um alerta aos seguidores. “Infelizmente, essa é a realidade das grandes cidades. São 514 celulares roubados, por dia, só em São Paulo. Fora os que as vítimas não fazem B.O. por desacreditarem no poder público. Fui só mais uma vítima. Usem película antivandalismo ou, se puderem, andem de carro blindado. Está difícil, está bem difícil”, concluiu.
Veja o vídeo:

