Mesmo com crescimento, Acre segue como o 2º menor PIB do Brasil, aponta IBGE

Os dados mostram ainda que todas as unidades da federação registraram crescimento econômico em 2023

Apesar do crescimento econômico registrado em todo o país, o Acre segue entre as menores economias do Brasil, de acordo com os dados das Contas Regionais 2025, divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e referentes ao ano de 2023.

Mesmo com crescimento, Acre segue como o segundo menor PIB do Brasil, aponta IBGE/Foto: Reprodução

Mesmo com crescimento, Acre segue como o segundo menor PIB do Brasil, aponta IBGE/Foto: Reprodução

O Produto Interno Bruto (PIB) nominal do estado alcançou R$ 26 bilhões, colocando o Acre como a segunda menor economia entre as 27 unidades da federação, à frente apenas de Roraima, que registrou PIB de R$ 25 bilhões. Mesmo com o desempenho modesto no ranking nacional, o estado acompanhou a tendência positiva observada em todo o país, com crescimento econômico ao longo do ano.

No cenário nacional, o PIB do Brasil somou R$ 10,9 trilhões em 2023. São Paulo manteve a liderança absoluta, com R$ 3,44 trilhões, respondendo por cerca de 31% de toda a riqueza produzida no país. Em seguida aparecem Rio de Janeiro, com R$ 1,17 trilhão, e Minas Gerais, que alcançou R$ 972 bilhões.

Enquanto os estados do Sudeste, Sul e parte do Centro-Oeste concentram os maiores volumes de riqueza, a Região Norte, onde o Acre está inserido, apresentou um PIB regional de R$ 636 bilhões. O valor representa crescimento em relação a 2022, quando a região somava R$ 574 bilhões, mas ainda evidencia a forte desigualdade econômica em comparação com outras partes do país.

Os dados mostram ainda que todas as unidades da federação registraram crescimento econômico em 2023. As maiores taxas de expansão ocorreram em Roraima (11,3%), Mato Grosso (10,4%), Piauí (6,2%) e Tocantins (6,0%).

As informações fazem parte do Sistema de Contas Regionais 2025, com base em dados consolidados de 2023, divulgados pelo IBGE.

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