Bruno da Silva Teodoro, de 31 anos, morreu após entrar na casa da ex-namorada em Sorocaba (SP) para pegar alguns pertences que havia deixado no local. O caso gerou versões divergentes sobre a morte do jovem. A polícia investiga o caso como homicídio e aguarda o laudo necroscópico para determinar a causa e identificar o responsável.
Segundo a família, Bruno havia ido ao local para buscar algumas coisas que havia deixado na casa e teria encontrado a ex, Mônica, com outro homem. Parentes dela afirmam, porém, que o jovem chegou alterado, bateu no portão com um objeto pontiagudo e tentou atacá-la. Segundo eles, um desconhecido teria pulado o muro para defendê-la e aplicado um mata-leão, deixando Bruno desacordado. A mãe contesta e afirma que: “A história está muito mal contada. Como um desconhecido pula um muro de três metros e mata alguém?”
Bruno foi socorrido pela ex, mas chegou ao hospital sem vida. A mãe, que é enfermeira, afirma que o corpo apresentava rigidez, indicando que ele já estaria morto havia mais tempo do que relatado. Ela também questiona por que Mônica não acionou a polícia ou o Samu ao encontrá-lo desacordado.
O desaparecimento da moto que o jovem usou para chegar ao local também intriga a família, assim como o fato de Mônica ter deixado a residência dias após o caso e não ter comparecido ao velório.
O depoimento de uma vizinha, dona Nair, acrescenta outra versão. Ela diz que Bruno chegou acompanhado de um casal de idosos que pretendia ajudá-lo e aparentava estar sob efeito de drogas. Segundo ela, o jovem chamou por Mônica diversas vezes e pulou o muro após não ser atendido. A vizinha relatou ainda que o idoso que estava com Bruno também entrou no quintal para contê-lo e que ambos ficaram sozinhos até que o jovem desmaiou.
Outra vizinha afirma que o Corpo de Bombeiros levou Bruno ao hospital, o que indicaria que ainda havia chance de reanimação no local. Já Mônica teria deixado a casa a pedido da polícia e estaria fora da cidade enquanto o caso segue em investigação.
O crime segue sob análise da Polícia Civil, que aguarda o exame necroscópico para esclarecer a dinâmica da morte e confirmar quem esteve envolvido no episódio.
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