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Preso que teve “tripas arrancadas” em SP era do Comando Vermelho

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Preso que teve “tripas arrancadas” em SP era do Comando Vermelho

Assassinado com golpes de lâminas durante um motim na Penitenciária 1 de Potim, no interior de São Paulo, na sexta-feira (26/12), o detento Fagner Falcão de Oliveira Silva, de 36 anos, teve as “tripas arrancadas”, segundo fontes da Polícia Penal, e declarava ser integrante do Comando Vermelho (CV), facção carioca rival do Primeiro Comando da Capital (PCC), organização criminosa paulista.

Documentos da Secretaria de Administração Penitenciária do Ceará mostram que, em 2020, Fagner (foto em destaque) pertencia à Massa Carcerária, facção cearense, mas três anos depois, declarou integrar o CV, que tem atuação nacional e presença em pelo menos 23 cidades paulistas, como mostrou o Metrópoles.

 

Fontes da Polícia Penal afirmaram, em condição de sigilo, que Fagner teve as “tripas arrancadas” e, com o sangue dele, os detentos picharam “novo cangaço” em uma das paredes da unidade. A pichação faz referência a uma prática criminosa na qual quadrilhas sitiam cidades do interior, com armas e táticas de guerra, para assaltar agências bancárias. Além dele, outros dois detentos ficaram feridos.

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Ele cumpria pena por tráfico e roubo

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Vìtima estava na unidade havia cerca de 4 meses

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Fagner foi morto na P1 de Potim, inteior paulista

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Arquivo Pessoal

Ao Metrópoles a Secretaria da Segurança Pública (SSP) afirmou que, ainda na sexta-feira, quatro homens — com idades entre 31 e 40 anos — foram presos em flagrante pela morte de Fagner. O motim, segundo a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), teria sido contido pela Célula de Intervenção Rápida, quando presos de um pavilhão “agrediram outros detentos durante o banho de sol”.

Trajetória em facções criminosas

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