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‘Velório da Marília Mendonça foi um camarote do terror’, afirma funcionário

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‘Velório da Marília Mendonça foi um camarote do terror’, afirma funcionário

Em entrevista ao podcast ‘Tem Base Podcast’, Gustavo Marques, ex-funcionário do marketing de Marília Mendonça e pessoa bastante próxima a ela, deu mais detalhes do velório da artista, que segundo ele foi um “verdadeiro camarote do terror“, afinal uma verdadeira logística precisava ser feita para a despedida da própria amiga e chefe.

“É um camarote do terror. É macabro ver aquilo tudo, que era necessário acontecer. E aí, mais uma vez, os fãs foram colocados em primeiro lugar, porque começa-se a pensar nos fãs”, disse.

Ele contou que foi difícil segurar a emoção nos dias do velório e do enterro. “Eu esquecia, eu chorava. Eu melhorava e ia afogando. Eu via a imprensa e falava, mas o que é isso? Parecia uma transmissão de jogo de futebol. Foi em um ginásio. As câmeras enfileiradas. Ao vivo”, contou.

O funcionário também contou detalhes da ida até o cemitério: “Fomos para o cemitério. Quando a gente está dentro do carro, ela liga a televisão do carro, a telinha, e o Globocop está transmitindo ao vivo o Brasil inteiro. Eu olho para cima, o Globocop está em cima da cabeça da gente”.

O pós despedida

Por fim, Gustavo Marques afirmou que a noite seguinte foi a “pior de sua vida”.

“Na hora que chega em terra, você morre junto. Você volta para casa, parecendo que era o fim dos tempos. E eu segui daquela forma a noite inteira. Eu chorei absolutamente a noite inteira. Nunca tinha experimentado isso. Eu chorei até amanhecer o dia”.

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