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Advogado criminalista alerta: locais considerados “seguros” podem esconder riscos no dia a dia

Por Redação ContilNet

Um alerta feito pelo advogado criminalista Rafael Paiva nas redes sociais neste domingo (18) reacendeu o debate sobre segurança pública e a falsa sensação de proteção em determinados ambientes. Em um vídeo que ultrapassou centenas de comentários, o profissional chama a atenção para lugares que muitas pessoas acreditam ser seguros, mas que, na prática, podem representar riscos reais, especialmente em horários e contextos específicos.

Locais considerados comuns podem se tornar perigosos, especialmente durante a madrugada, alerta advogado criminalista/Foto: Reprodução

Entre os locais mais citados pelos internautas estão postos de combustíveis com lojas de conveniência durante a madrugada. Vários relatos apontam experiências traumáticas envolvendo assaltos, violência psicológica e ameaças, inclusive com famílias e crianças. “Tudo iluminado, parecia tranquilo, mas foi um dos piores momentos da nossa vida”, descreveu uma seguidora ao relembrar um assalto sofrido durante uma viagem.

Outros comentários mencionam que, diante do cenário atual, muitas pessoas passaram a evitar sair à noite ou frequentar ambientes que antes faziam parte da rotina. “Ninguém perde por ficar em casa”, escreveu um usuário, enquanto outro resumiu o sentimento geral: “Sobreviver no Brasil é como uma roleta russa”.

O debate também trouxe reflexões mais amplas, incluindo críticas a instituições públicas, menções à falta de segurança ao longo dos últimos anos e até posicionamentos de cunho espiritual, com pessoas afirmando buscar proteção na fé e em ambientes que consideram mais resguardados.

Especialistas reforçam que a orientação não é viver com medo, mas adotar estratégias de prevenção: evitar paradas desnecessárias de madrugada, observar o movimento do local, desconfiar de situações fora do padrão e priorizar a segurança, principalmente quando se está acompanhado de crianças.

A repercussão do vídeo mostra que o tema toca uma ferida aberta na sociedade brasileira: o medo constante e a necessidade de repensar hábitos para reduzir riscos no cotidiano.

Veja o vídeo:

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