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Após 40 anos em trabalho escravo, mulher vê o mar pela primeira vez

Por Redação

O #J10 desta quinta-feira (9) contou a história de Maria Raimunda, uma mineira que foi vítima de trabalho escravo doméstico por mais de quatro décadas e só conseguiu se ver livre aos 60 anos de idade.

Resgatada há dois anos, Maria passou a vivenciar experiências que lhe foram negadas durante toda a vida. O repórter André Neves Sampaio acompanhou de perto a trajetória dela desde o momento do resgate, registrando não apenas os desafios do recomeço, mas também as descobertas que marcaram essa nova fase.

Reprodução

Entre os momentos mais emocionantes está a primeira vez em que Maria viu o mar, durante uma viagem ao Rio de Janeiro. A cena simboliza mais do que turismo: representa liberdade, dignidade e a possibilidade de viver aquilo que lhe foi roubado por décadas.

A reportagem destacou como o trabalho escravo doméstico ainda é uma realidade no Brasil e como o resgate vai além da libertação física, envolvendo reconstrução emocional, social e afetiva.

A história de Maria Raimunda é um retrato de resistência e também um alerta sobre a importância de denunciar e combater práticas que ferem direitos humanos.

Fonte: Globo News
Redigido por ContilNet

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