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Com aumento de casos de SRAG, médica do Acre faz alerta sobre sintomas e cuidados

Por Redação ContilNet

Diante do aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no Acre, a médica Célia Rocha utilizou as redes sociais para orientar a população sobre os riscos da doença, os principais sintomas e a importância do cuidado precoce. O alerta ocorre após a divulgação de dados no Jornal da TV Acre e de informes técnicos que apontam crescimento dos registros da síndrome no estado.

Crianças seguem liderando os casos de SRAG no Acre/Reprodução

Em publicação recente, a médica destacou que o aumento dos casos reforça a necessidade de atenção redobrada por parte da população. “Vê-se claramente que houve um aumento considerável da síndrome respiratória grave no Acre”, afirmou. Em um vídeo publicado anteriormente em seu Instagram profissional, Célia Rocha explicou que a SRAG é uma condição comum em diversas partes do mundo e que pode evoluir de forma progressiva. “Agora, nesse exato momento, vamos falar sobre síndrome respiratória grave, tão comum no mundo inteiro”, disse.

Médica Célia Rocha/Foto: Reprodução

Segundo a médica, os primeiros sinais podem incluir sintomas respiratórios e gerais. “Aquela coriza, aquele mal-estar, aquela pressão no peito, aquela dor de cabeça ou cefaleia. Essa tosse pode ser produtiva ou não”, explicou. Ela alertou que, em quadros mais graves, os sintomas tendem a se intensificar, principalmente em pessoas com doenças pulmonares ou outras comorbidades.

Célia Rocha também explicou que a síndrome pode provocar queda na saturação de oxigênio. “A queda da saturação abaixo de 95% significa que o sangue está com menos oxigênio e mais gás carbônico”, destacou. De acordo com ela, a evolução do quadro pode levar a falta de ar progressiva, necessidade de atendimento de urgência e, em alguns casos, internação hospitalar.

A médica chamou atenção ainda para o risco de complicações, como pneumonia, e ressaltou que a SRAG pode acometer adultos e crianças. “Pode acometer adultos, pode acometer crianças. Em relação à criança, atenção para a inapetência e a desidratação”, orientou. Entre as recomendações, Célia Rocha reforçou a importância de uma alimentação equilibrada, boa hidratação e a busca por atendimento médico diante do surgimento de sintomas.

“Não fique em casa. Não se automedique”, alertou.

Ao final, a médica reforçou que o cuidado em tempo oportuno é fundamental para evitar complicações mais graves. “Educação, prevenção e o cuidar da saúde em tempo hábil são essenciais para minimizar danos”, concluiu.

Assista ao vídeo:

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