Criança indígena sofre ataque de cão pitbull e tem perna gravemente ferida

Criança indígena brincava em frente de casa quando foi atacada por pitbull que escapou do quintal do dono, em Sena Madureira

Uma criança indígena ficou gravemente ferida em uma das pernas após ser atacada por um cão da raça pitbull no último dia 31, em Sena Madureira. O ataque aconteceu na Rua Boulevard Cafezal, esquina com a Rua a Siqueira Campos, no bairro Jardim Primavera, e gerou grande comoção e preocupação entre moradores da região.

Criança indígena brincava em frente de casa quando foi atacada por pitbull que escapou do quintal do dono, em Sena Madureira/Foto: Reprodução

Segundo informações apuradas, o animal escapou do quintal do proprietário e avançou contra a criança, que brincava em frente à própria residência no momento do ataque.

Populares que presenciaram a cena agiram rapidamente e conseguiram intervir, retirando a vítima das garras do cão, que chegou a perfurar e causar ferimentos graves em uma das pernas da criança.

Após o ataque, a menina foi socorrida e encaminhada ao Hospital João Câncio Fernandes, onde foi atendida.
O caso gerou revolta e apreensão entre moradores do bairro. Populares relataram à reportagem que a situação poderia ter terminado de forma ainda mais trágica. “Se o cachorro tivesse atacado o pescoço da criança, ela poderia ter morrido na hora. Foi um livramento”, comentou um morador, demonstrando preocupação com a presença de animais considerados perigosos circulando livremente pela cidade.

Ainda segundo relatos, parentes da criança, indignados com o ocorrido, conseguiram localizar o pitbull e acabaram abatendo o animal. A equipe de reportagem do portal ContilNet obteve imagens dos restos mortais do cão, que permaneciam no meio da via pública até o momento do registro.

O proprietário do animal não foi localizado pela reportagem. Também não foi possível obter contato com a família da criança indígena atacada.

O episódio reacende o debate sobre a responsabilidade dos donos de animais de grande porte e o risco que a falta de controle pode representar à população, especialmente a crianças. O espaço permanece aberto para manifestações e esclarecimentos das partes envolvidas.

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