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Declarações de integrante do MBL após morte de cão em Santa Catarina geram indignação nacional

Por Redação ContilNet

A morte violenta do cão comunitário Orelha, em Santa Catarina, provocou forte comoção e indignação em todo o país. Em meio às manifestações de repúdio ao crime, declarações atribuídas a Renato Impera, ligado ao Movimento Brasil Livre, passaram a circular nas redes sociais e ampliaram a repercussão do caso.

Falas atribuídas a Renato Impera, ligado ao MBL, repercutiram negativamente nas redes sociais após assassinato do cão comunitário Orelha/Foto: Reprodução

Em publicações e comentários, Impera utilizou expressões ofensivas ao se referir ao animal, incluindo frases de teor agressivo e desrespeitoso, o que gerou críticas imediatas de ativistas da causa animal, parlamentares e usuários da internet. As declarações foram consideradas por muitos como um ataque não apenas ao cão morto, mas também à mobilização popular em defesa dos direitos dos animais.

Renato Impera não é apenas um militante de base do movimento. Ele é apontado como liderança da militância conhecida como Dark MBL e mantém proximidade com a cúpula da organização, tendo participado de transmissões e programas ao vivo ao lado de Renan Santos, um dos principais dirigentes do grupo político.

As falas ocorreram em um momento de grande comoção social, após a confirmação de que o cão Orelha foi morto de forma brutal por adolescentes, caso que segue sob investigação e tem motivado protestos e cobranças por responsabilização. A repercussão das declarações reacendeu o debate sobre discurso de ódio, responsabilidade pública de lideranças políticas e os limites da atuação nas redes sociais.

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