O próximo grande evento astronômico de 2026 já tem data marcada: em 17 de fevereiro, ocorre um eclipse solar anular, fenômeno conhecido popularmente como “anel de fogo”.
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Durante o eclipse, a borda do Sol permanece visível ao redor da Lua, criando um círculo luminoso impressionante no céu. A fase anular completa poderá ser vista apenas em regiões remotas da Antártida e terá duração de pouco mais de dois minutos.
Em outras partes do mundo, como regiões da África e da América do Sul, incluindo o Brasil, o eclipse será parcial. A visibilidade dependerá das condições climáticas no dia do evento.
Caso o fenômeno não possa ser observado em 2026, os astrônomos já apontam uma nova oportunidade: outro eclipse solar anular está previsto para 6 de fevereiro de 2027, este com visibilidade mais ampla no território brasileiro.
Como observar o eclipse com segurança
Por envolver a observação direta do Sol, o eclipse exige cuidados essenciais:
- Nunca olhe diretamente para o Sol sem proteção adequada.
- Utilize óculos solares próprios para eclipses, com certificação.
- Filtros solares específicos devem ser usados em telescópios e binóculos.
- Métodos indiretos, como caixas de projeção ou sombras projetadas por folhas, são alternativas seguras.
- Óculos escuros comuns e lentes de câmeras sem filtro não protegem a visão.
O que é um eclipse solar anular
O eclipse solar anular ocorre quando a Lua está em um ponto mais distante de sua órbita em relação à Terra. Nessa posição, ela parece menor no céu e não consegue bloquear totalmente a luz do Sol, criando o famoso efeito do anel luminoso ao redor da Lua.
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