Grávida de seu primeiro filho, a empresária Laís Rocha, de 27 anos, falou sobre a experiência de viver um relacionamento poliafetivo ao lado do marido, o motoboy Ivan Rocha, de 36, e outras cinco mulheres. Em entrevista ao Metrópoles, ela definiu a relação como um processo constante de aprendizado.
“É uma desconstrução e uma reconstrução. Esse tipo de relacionamento não é para qualquer um. A sociedade não prepara ninguém para casar com duas, três ou quatro pessoas”, afirmou.
O grupo mora junto em uma casa em Atibaia, no interior de São Paulo. Além de Laís, Ivan divide a rotina com Ana Carolina, Natália Ferrari, Camili Sousa, Maria Eduarda da Silva e Juliana Aires, que exercem diferentes profissões e mantêm uma dinâmica familiar compartilhada.

Arquivo pessoal/ material cedido ao Metrópoles
Casamento coletivo
Apesar de viverem juntos, Ivan é casado oficialmente apenas com Laís, já que a legislação brasileira não permite o casamento civil com mais de uma pessoa. Ainda assim, o grupo planeja uma cerimônia simbólica para novembro deste ano.
“Vamos realizar o sonho de todas: casar todas de branco. Inclusive, nossos padrinhos serão trisais e famílias que já vivem o poliafeto”, contou a empresária.
Gravidez planejada e maternidade compartilhada
A gestação de Laís foi planejada por todo o grupo. Ela revelou que engravidou em junho de 2025, mas acabou perdendo o bebê. Desde então, a chegada de um filho voltou a ser um desejo coletivo.
“Todas elas são mães também. Ninguém está isenta da responsabilidade de cuidar, ajudar e participar. Aqui em casa, isso tem sido maravilhoso. Elas me ajudam com absolutamente tudo”, relatou.
Segundo Laís, o desejo de maternidade é comum entre as esposas e o plano da família é que Natália Ferrari seja a próxima a engravidar.
O relato reacende o debate sobre novos formatos de família, maternidade compartilhada e os limites entre afeto, responsabilidade e reconhecimento legal no Brasil.
Fonte: Metrópoles
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