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Irã pede pela libertação de Maduro: “Não há motivo para se orgulhar, é um ato ilegal”

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Irã pede pela libertação de Maduro: “Não há motivo para se orgulhar, é um ato ilegal”

A captura de Nicolás Maduro pelo governo de Donald Trump, presidente dos EstadosUnidos,s segue sendo assunto internacional. Desta vez, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baqaei pediu pela liberdade do ditador preso na semana passada. Nesta segunda-feira (5/1), o representante também afirmou que as relações com o país seguem inalteradas.

“Estamos em contato com as autoridades venezuelanas. O presidente de um país e sua esposa foram sequestrados. Não há motivo para se orgulhar, é um ato ilegal. Como o povo venezuelano destacou, seu presidente deve ser libertado”, disse em uma coletiva de imprensa.

Veja as fotos

Bandeira do Irã e Nicolás MaduroReprodução Ecco Bandeira e CNN/ montagem
EUA detalhou operação que levou à captura de Nicolás Maduro na VenezuelaReprodução/Globo
Algemado, Maduro vestia um chapéu e usava casaco na chegada ao local.Divulgação/Casa Branca
Nicolás MaduroRicardo Stuckert / Presidência da República

Outro país a condenar a captura do presidente da Venezuela foi o Brasil, através de Luís Inácio Lula da Silva, em uma publicação no X, antigo Twitter: “Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional”.

“Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo… A ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz”, completou.

Ainda hoje, ao meiodia,a no horário de Brasília, a Organização das Nações Unidas vai discutir a prisão de Maduro. Também nesta segunda, ele aguarda audiência no tribunal norte-americano por acusações de narcoterrorismo, conspiração para importar cocaína para os Estados Unidos e crimes relacionados com armas automáticas.

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