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MP do Acre cria cápsula do tempo que só será aberta daqui a 100 anos; confira detalhes

Por Anne Nascimento, ContilNet

O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) decidiu conversar com o futuro. Em um gesto simbólico de preservação da memória, a instituição criou uma cápsula do tempo que reunirá documentos e objetos considerados históricos e que permanecerá lacrada pelos próximos 100 anos, antes de ser aberta em uma cerimônia solene. As informações estão no Diário Eletrônico da instituição desta quarta-feira (21).

A cápsula do tempo foi instituída por ato assinado pelo procurador-geral de Justiça/Foto: Ilustrativa

A iniciativa integra as ações do Centro de Memória do MPAC e tem como objetivo registrar o momento atual da instituição – seus desafios, conquistas e modos de atuação – para que as próximas gerações possam compreender como o Ministério Público funcionava no início do século XXI.

A primeira cápsula será instalada na entrada do edifício-sede do MPAC, na Rua Fátima Maia, no bairro Jardim Europa, em Rio Branco. O lacre ocorreu nesta quarta-feira (21), mesma data em que o ato foi oficialmente instituído.

Inspirada em práticas antigas, usadas desde o Egito Antigo, a cápsula do tempo funcionará como uma espécie de “arquivo selado”, inacessível até o prazo determinado. Quando for aberta, todo o conteúdo passará a integrar o acervo histórico institucional.

Para o Ministério Público, a proposta vai além do simbolismo. A ideia é preservar a identidade institucional, valorizar a trajetória de membros e servidores e manter vivo o registro do contexto histórico, social e cultural do período atual.

A cápsula do tempo foi instituída por ato assinado pelo procurador-geral de Justiça, Danilo Lovisaro do Nascimento, e entra em vigor imediatamente.

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