MP pede prisĂŁo preventiva de ex-CEO da Hurb por descumprir cautelares

Por AgĂȘncia Brasil 07/01/2026 Ă s 07:40


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O MinistĂ©rio PĂșblico do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) requereu a prisĂŁo preventiva de JoĂŁo Ricardo Rangel Mendes, ex-CEO [diretor executivo] da agĂȘncia de viagens Hurb, antigo Hotel Urbano, pelo descumprimento de medidas cautelares impostas pela Justiça. Ele foi preso na segunda-feira (5), no Aeroporto Regional de Jericoacoara, no CearĂĄ, portando documento falso e com a tornozeleira eletrĂŽnica descarregada.MP pede prisĂŁo preventiva de ex-CEO da Hurb por descumprir cautelaresMP pede prisĂŁo preventiva de ex-CEO da Hurb por descumprir cautelares

As medidas cautelares impostas a Mendes decorrem de sua prisão em flagrante após o furto de obras de arte e outros objetos de um hotel e de um escritório de arquitetura. O empresårio foi denunciado pelo MPRJ em maio de 2025 pelos crimes de furto qualificado e adulteração de identificação de veículo, ocasião em que a Promotoria se manifestou pela manutenção da prisão.

Crimes

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Os crimes foram praticados no dia 25 de abril de 2025. Em um dos casos, o denunciado fingiu ser entregador de aplicativo para furtar um quadro, colocando a peça no interior de uma bolsa de entregas. No mesmo dia, seguiu para um escritório de arquitetura e furtou quadros, uma mesa digitalizadora, duas carteiras com dinheiro, entre outros itens. Para executar o crime, Mendes se apresentou como eletricista.

O ex-CEO furtou uma obra de arte e trĂȘs esculturas do Hotel Hyatt, na Praia da Barra da Tijuca. No dia seguinte, ainda de acordo com a denĂșncia, ele furtou dois quadros do escritĂłrio Duda Porto Arquitetura, alĂ©m do Ipad e a carteira do dono do escritĂłrio, que fica dentro do Casa Shopping, no mesmo bairro.

Após um período em prisão preventiva, a custódia do réu foi substituída por medidas cautelares, entre elas a monitoração eletrÎnica, a proibição de se ausentar da cidade sem prévia autorização judicial e a obrigação de apresentar relatórios médicos mensais no processo.

Nesta terça-feira (6), ao requerer a prisĂŁo preventiva, a Promotoria destacou que o ocorrido no CearĂĄ e a ausĂȘncia de juntada de relatĂłrio mĂ©dico desde setembro demonstram que o rĂ©u vem descumprindo reiteradamente as medidas cautelares, em evidente desrespeito Ă s determinaçÔes judiciais.

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