Acre teve quase 200 notas falsas retiradas de circulação no último ano, diz Banco Central

São Paulo lidera o índice de notas falsificadas, com 149,2 mil cédulas apreendidas no estado, o que corresponde a 34% do total

O jornal Estadão divulgou nesta terça-feira (3) um balanço do Banco Central sobre o número de notas falsas retidas durante todo o ano passado em estados do Brasil.

“A quantidade representa o equivalente a R$ 27,7 milhões de um dinheiro que, na verdade, não vale nada”, diz a reportagem.

Acre teve quase 200 notas falsas retiradas de circulação no último ano

Notas falsas/Foto: Reprodução

As cédulas identificadas como falsas podem ter três origens: podem ter sido identificadas pelos bancos como suspeitas, em operações com pessoas físicas e empresas, e encaminhadas para exame no BC; podem ter sido identificadas como falsas nos depósitos dos próprios bancos; e, por fim, as cédulas podem ter sido retidas por órgãos policiais em operações diversas.

São Paulo lidera o índice de notas falsificadas, com 149,2 mil cédulas apreendidas no estado, o que corresponde a 34% do total. Minas Gerais vem em segundo, com 56,3 mil cédulas falsificadas (13% do total). O Rio de Janeiro vem em terceiro, com 39,5 mil unidades (9%), e o Rio Grande do Sul logo em seguida, com 28,6 mil (7%).

O Amapá (264 unidades) e o Acre (199 notas) foram os estados com menos notas falsificadas apreendidas. Nessas regiões, de acordo com o Banco Central, a população e o dinheiro físico em circulação também são de montantes menores.

Conforme o BC, as notas falsas recolhidas do sistema bancário são inicialmente analisadas, já que as formas de falsificação servem de subsídio para ações da autarquia e para o projeto de novas cédulas. “Após a análise, as cédulas são arquivadas, já que podem servir como provas para a condenação dos falsários”, explicou o BC por meio de sua assessoria de imprensa.

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