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Acre tem quase 20% da população trabalhando por conta própria, diz pesquisa do IBGE

Por Maria Fernanda Arival, ContilNet

A taxa de pessoas que trabalham por conta própria no Acre foi uma das menores do país

A taxa de pessoas que trabalham por conta própria no Acre foi uma das menores do país/Foto: PantherMedia/Antonio Guillen Fernández

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, na última sexta-feira (20), a taxa de desocupação do país no 4º trimestre de 2025. A pesquisa divulga taxa de desocupação por sexo, por cor ou raça, de pessoas com ensino médio incompleto e nível superior incompleto, empregados com carteira assinada e percentual de população trabalhando por conta própria.

No Acre, a taxa de pessoas que trabalham por conta própria no 4º trimestre de 2025 foi de 18,8%, uma das menores do país, junto com Distrito Federal (17%) e Tocantins (20,8%). abaixo da média nacional de 25,3%. As maiores taxas foram do Maranhão (34%) e Pará (30,3%).

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Os números foram divulgados pelo IBGE/Foto: IBGE

A pesquisa também mostra o percentual de desocupação das pessoas de 14 anos ou mais de idade no 4º trimestre de 2025. O Acre aparece acima da média nacional, de 5,1%, com 6,4%.

Pernambuco (8,8%), Amapá (8,4%), Bahia (8%), Alagoas (8%), Piauí (8%), Sergipe (7,5%), Amazonas (7,3%), Rio de Janeiro (6,9%), Distrito Federal (6,8%), Rio Grande do Norte (6,7%) estão acima da média do Acre.

No 4° trimestre de 2025, a taxa composta de subutilização (percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação a força de trabalho ampliada) foi de 13,4%. Piauí (27,8%) teve a maior taxa, seguido por Bahia (25,4%) e Alagoas (25,1%). As menores taxas foram de Santa Catarina (4,4%), Espírito Santo (5,9%) e Mato Grosso (6,1%). O Acre aparece com 17,9%.

No quarto trimestre de 2025, o percentual de empregados com carteira assinada era de 74,4% dos empregados do setor privado no país. Os maiores percentuais estavam em Santa Catarina (86,3%), São Paulo (82,2%) e Rio Grande do Sul (81,5%), enquanto os menores foram no Maranhão (52,5%), Piauí (54,3%) e Paraíba (54,8%). O Acre aparece abaixo da média nacional, com 59,1%.

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