Ícone do site ContilNet Notícias

Antes de deixar Prefeitura, Bocalom quer entregar 100 casas do 1001 dignidades e pacote de obras

Por Everton Damasceno, ContilNet

Bocalom em entrevista ao ContilNet

Bocalom durante entrevista ao Em Cena desta segunda-feira (23)/Foto: OrnaAudiovisual

Em entrevista ao Em Cena, o podcast do ContilNet, nesta segunda-feira (23), o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, revelou o cronograma de inaugurações que pretende cumprir antes de se desincompatibilizar do cargo para disputar o Governo do Estado.

Com o prazo fatal de 4 de abril se aproximando, o gestor destacou que o ritmo de trabalho está intensificado em diversas frentes da capital.

Entre os destaques está o Viaduto da Avenida Ceará, com previsão de entrega para o dia 20 de março. Bocalom também ressaltou o esforço da equipe para finalizar a creche da Vila Acre, uma das maiores da cidade:

“Temos a creche ali da Vila Acre também, que é uma das duas grandes creches que nós estamos construindo. É uma delas também que eu acredito, está todo mundo empenhado lá para entregar”.

Habitação e produção

Na área habitacional, o prefeito confirmou que deve entregar cerca de 100 unidades do programa 1001 Dignidade, casas pré-fabricadas de madeira voltadas para famílias carentes. Já no setor produtivo, a indústria de óleo de soja finalmente deve sair do papel após superar entraves burocráticos:

“Demorou demais a licitação para comprar os insumos, mas graças a Deus comprou, eu acredito que por esses dias a gente vai estar inaugurando”, acrescentou.

Outra aposta alta do atual mandato é o Complexo Agroindustrial, focado em dar suporte ao pequeno produtor. Bocalom explicou que, se não for possível entregar toda a estrutura, garantirá o funcionamento da linha de arroz:

“Se eu não conseguir montar as três linhas de produção de arroz, feijão e milho montadas, mas pelo menos uma linha eu acho que nós vamos inaugurar. Sabe, que é a de arroz, que eu pedi lá prioridade para o arroz”, salientou.

O prefeito explicou que o complexo visa resolver um problema histórico de escoamento e beneficiamento: “As pessoas não plantavam arroz porque não tinha máquina para beneficiar. Não plantavam feijão porque não tinha para quem vender”.

Para gerir o espaço, ele anunciou uma parceria com a CAGEAC, visando aproveitar a expertise do órgão estadual na comercialização de grãos.

Por fim, Bocalom citou que o Mercado São Francisco já está com a estrutura pronta para ser devolvida à população.

Sair da versão mobile