O ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, utilizou suas redes sociais para colocar panos quentes em uma polêmica que tomou conta da internet no último fim de semana. Após afirmar em um podcast que alienígenas “são reais”, a fala do ex-mandatário reverberou mundialmente, forçando um esclarecimento detalhado sobre o que ele realmente quis dizer com a declaração.
Em texto publicado no Instagram, Obama explicou que sua resposta buscava manter o ritmo de uma “rodada rápida” de perguntas, mas reforçou seu ponto de vista científico. “Estatisticamente, o universo é tão vasto que as chances de haver vida lá fora são boas”, pontuou o americano.
Estatística vs. Evidência Real
Apesar de acreditar na probabilidade de vida fora da Terra, Barack Obama foi enfático ao separar a ciência teórica de fatos comprovados durante o período em que esteve no comando da Casa Branca.
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Falta de Provas: O ex-presidente frisou que, durante seus dois mandatos, nunca teve acesso a qualquer documento ou evidência de que extraterrestres tenham feito contato direto com o nosso planeta.
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Distâncias Cósmicas: Obama argumentou que a vastidão entre os sistemas solares torna a chance de uma visita física extremamente baixa, contrariando diversas teorias populares.
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Mito da Área 51: Questionado sobre a famosa base militar, ele negou a existência de instalações subterrâneas secretas. “A menos que haja uma enorme conspiração e que a tenham escondido do presidente”, finalizou em tom bem-humorado.
Entenda a polêmica original
A confusão começou durante uma entrevista ao podcast do youtuber Brian Tyler Cohen. Ao ser questionado se extraterrestres existiam de verdade, Barack Obama respondeu prontamente: “Eles são reais, mas eu não os vi”.
A frase curta foi o suficiente para gerar milhares de teorias nas redes sociais. Com o esclarecimento, o ex-presidente tenta retomar o foco para o debate racional sobre a exploração espacial, mantendo a curiosidade sobre o que existe “lá fora”, mas sem alimentar boatos de invasões ou contatos imediatos ocultados pelo governo.
Fonte: Metrópoles
Redigido por: ContilNet

