O ministro da Saúde do Brasil, Alexandre Padilha, se reuniu com representantes do International Vaccine Institute (IVI), em Seul, nesta quarta-feira (25), para debater estratégias para ampliar cooperações em áreas como vacinas e tecnologias estratégicas em saúde.
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Durante seu último dia na Coréia do Sul, junto com a comissão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ministro investiu na oportunidade de buscar soberania tecnológica para o país.
Também foram à pauta alternativas de financiamento para o desenvolvimento e a produção de vacinas e outras tecnologias em saúde, entre elas a proposta do Bridging Research Investment in Global Health Technology (Bright Fund).
Brasil articula vacinas e tecnologias para a saúde
A iniciativa prevê a criação de um fundo internacional com múltiplos doadores para apoiar pesquisas e acelerar o desenvolvimento e a comercialização de tecnologias como vacinas, terapias e diagnósticos, com foco em países de baixa e média renda.
“Agora pela manhã, tratamos de parceria com o IVI para a produção de vacinas, que também tem a iniciativa do Bright Fund. São ações que integram a coalizão de saúde do G20 [sediado pelo Brasil em 2024] que vamos presidir pelos próximos anos”, destacou Padilha.
O ministro projetou as evoluções para reforçar a saúde do Brasil. “Em março, vamos lançar a primeira Chamada de Propostas da Coalizão Global, mobilizando as 20 nações mais ricas do mundo, suas empresas e instituições de pesquisa para produzir novos medicamentos, novas vacinas e, assim, ampliar o acesso à população brasileira e do mundo às tecnologias da saúde”, completou.
Atuação do IVI
Fundado em 1996, o IVI é uma organização internacional criada para apoiar estudos clínicos, transferência de tecnologia e ampliação do acesso a vacinas, com forte atuação em países de baixa e média renda. Com status de organização internacional por tratado e ampla participação de países e da Organização Mundial da Saúde (OMS), ele atua como plataforma neutra de cooperação técnica.
O instituto já mantém cooperação com o Instituto Butantan. Em 2024, apoiou a transferência de tecnologia da vacina contra a dengue desenvolvida pelos National Institutes of Health (NIH), dos Estados Unidos para o Brasil.
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