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Quem são os herdeiros que mantêm o poder no Carnaval do Rio

Por Redação

Herdeiros das famílias tradicionais assumem o comando do Carnaval do Rio de Janeiro.

Reprodução/Instagram

O Carnaval do Rio sempre foi um palco de tradição e ancestralidade, mas nos bastidores de 2026, um novo termo tomou conta das conversas: os “nepo babies” do samba. A nova geração de dirigentes, composta por filhos e netos de figuras históricas, assumiu de vez o comando da folia carioca, provando que o sobrenome continua sendo o passaporte mais valioso na Marquês de Sapucaí.

Atualmente, cargos de alta influência na Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) e na diretoria das agremiações do Grupo Especial são ocupados por jovens que herdaram não apenas a paixão pelo samba, mas também o comando político das instituições.

A Nova Cúpula da Liesa

O comando da entidade máxima do Carnaval do Rio reflete essa transição geracional:

O Poder nas Escolas de Samba

A sucessão familiar também é nítida nas agremiações que disputam o título de 2026:

Renovação ou Continuidade?

A presença desses herdeiros no Carnaval do Rio divide opiniões. Se por um lado críticos apontam para a concentração de poder em poucas famílias, por outro, defensores da nova gestão destacam a profissionalização e a modernização dos desfiles. Com investimentos pesados em tecnologia e marketing, esses novos dirigentes buscam garantir que o maior espetáculo da Terra continue sendo lucrativo e relevante na era digital.

Independentemente das críticas, uma coisa é certa: os desfiles de 2026 mostram que, na Sapucaí, o sangue azul (ou de qualquer outra cor de pavilhão) fala mais alto quando o assunto é gestão e poder.

Fonte: Metrópoles

Redigido por: ContilNet

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