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Corpo do indigenista Txai Macedo será sepultado nesta segunda, em Mâncio Lima

Por Redação ContilNet

Txai Macêdo atuou por mais de 40 anos na autarquia indigenista

Txai Macêdo atuou por mais de 40 anos na autarquia indigenista/Foto: Altino Machado

O indigenista Antônio Luiz Batista de Macedo, conhecido como Txai Macedo, que morreu na manhã do último domingo (15), aos 73 anos, em Cruzeiro do Sul, será sepultado nesta segunda-feira (16), na Terra Indígena do Povo Puyanawa, em Mâncio Lima.

De acordo com o portal AC24Horas, o corpo foi velado durante o dia em Cruzeiro do Sul e levado para Mâncio Lima no final da tarde. A filha dele, Lara Macedo, afirmou que ele será enterrado ao lado da mãe dela, que era Puyanawa.

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A filha aguarda a chegada dos irmãos, vindos de Rio Branco, para o sepultamento no município do interior do Acre.

Txai Macedo

Por mais de 50 anos, Txai Macedo se dedicou aos estudos, às identificações e às demarcações de territórios indígenas e reservas extrativistas, o que resultou na consolidação de extensas áreas públicas e contínuas da União, notadamente na faixa de fronteira com o Peru e a Bolívia. Seu esforço contribuiu decisivamente para que parcela expressiva do território acreano permanecesse resguardada como patrimônio coletivo, diz o jornalista Altino Machado.

A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) divulgou, neste domingo (15), nota de pesar pelo falecimento do servidor aposentado Antônio Luiz Batista de Macêdo. De acordo com a instituição, o indigenista atuou por mais de 40 anos na autarquia indigenista e se destacou pela atuação firme na defesa dos direitos dos povos indígenas.

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