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Ex-piloto Pedro Turra vira alvo de novas denúncias de agressões

Por Redação, ContilNet

Denúncias contra ex-piloto incluem empurrão de lancha, choques e bebida forçada; ele também responde por homicídio no Distrito Federal.

Denúncias contra ex-piloto incluem empurrão de lancha/Foto: Reprodução

O nome de Pedro Arthur Turra Basso voltou ao centro de investigações após uma jovem denunciar agressões que teriam ocorrido em 1º de setembro do ano passado, no Lago Paranoá, no Distrito Federal. O caso foi registrado na Polícia Civil do Distrito Federal.

De acordo com o depoimento, a adolescente estava em uma lancha acompanhada de Turra, da esposa dele e de amigos quando foi empurrada pelas costas e caiu na água. Ela afirmou ter engolido grande quantidade de água e relatou que não havia escada na embarcação para retorno seguro.

Rodrigo Helbingen Fleury Castanheira, de 16 anos/ Foto: Reprodução

Segundo a denúncia, ao pedir ajuda, o ex-piloto teria rido e se recusado a prestar socorro. A jovem declarou que precisou nadar até o deck de um clube próximo para sair da água, sofrendo escoriações nas pernas.

A vítima também descreveu outros episódios. Entre julho e agosto de 2025, teria sido submetida a descargas elétricas dentro de um carro estacionado no Park Way. Conforme o relato, os choques teriam sido aplicados nos seios, barriga e pernas, mesmo após pedidos para que parassem.

Em outro fato narrado à polícia, durante confraternização no Jockey Club, em 7 de junho de 2025, a adolescente afirmou ter sido forçada a ingerir vodca. Segundo o depoimento, ouviu a frase: “Abre a porra da boca”, antes de a bebida ser introduzida à força.

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As acusações ganharam maior repercussão após a morte do adolescente Rodrigo Helbingen Fleury Castanheira, de 16 anos. Ele foi agredido em 22 de janeiro, em frente a um condomínio em Vicente Pires, e morreu em 7 de fevereiro, após internação no Hospital Brasília.

A prisão preventiva de Turra foi decretada e mantida pela Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios. O Ministério Público o denunciou por homicídio doloso qualificado por motivo fútil, com pena que pode chegar a 30 anos de prisão.

Em nota, a defesa informou que respeita as decisões judiciais, mas discorda “de forma técnica e fundamentada” do entendimento adotado e que buscará medidas nos tribunais superiores.

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