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Juiz é criticado após repreender testemunha por suposta risada em audiência virtual

Por Redação, ContilNet

Uma audiência virtual realizada na 1ª Vara de Mairiporã, em São Paulo, gerou controvérsia após o juiz Cristiano Cesar Ceolin repreender uma testemunha ao interpretar sua expressão facial como risada. A testemunha, Fátima Francisca do Rosário, de 61 anos, participava do depoimento quando foi interrompida pelo magistrado. Em tom de questionamento, ele perguntou repetidas vezes por que ela estaria rindo e se havia algo engraçado na situação. Segundo a defesa, Fátima possui biprotrusão maxilar, uma condição que impede o fechamento completo da boca e pode dar a impressão de sorriso mesmo quando a pessoa está em repouso. Um laudo foi apresentado para explicar a característica física. Empregada doméstica, Fátima compareceu ao fórum para utilizar a estrutura de internet da própria Justiça a fim de prestar depoimento. O processo em questão trata da interdição de bens de uma idosa diagnosticada com Alzheimer. Após o episódio, o juiz determinou a abertura de inquérito por falso testemunho contra a depoente. O pedido, no entanto, foi posteriormente arquivado pelo Ministério Público em janeiro deste ano. A defesa da testemunha também apresentou pedido de suspeição do magistrado, alegando conduta hostil, postura elitista e comprometimento da imparcialidade na condução da audiência. Até o momento, o Tribunal de Justiça de São Paulo não se manifestou oficialmente sobre o caso.

Caso envolve audiência online e questionamentos sobre conduta do magistrado durante depoimento/ Foto: Reprodução

Uma audiência virtual realizada na 1ª Vara de Mairiporã, em São Paulo, gerou controvérsia após o juiz Cristiano Cesar Ceolin repreender uma testemunha ao interpretar sua expressão facial como risada.

A testemunha, Fátima Francisca do Rosário, de 61 anos, participava do depoimento quando foi interrompida pelo magistrado. Em tom de questionamento, ele perguntou repetidas vezes por que ela estaria rindo e se havia algo engraçado na situação.

A testemunha, Fátima Francisca do Rosário, de 61 anos, participava do depoimento quando foi interrompida pelo magistrado/ Foto: Reprodução

Segundo a defesa, Fátima possui biprotrusão maxilar, uma condição que impede o fechamento completo da boca e pode dar a impressão de sorriso mesmo quando a pessoa está em repouso. Um laudo foi apresentado para explicar a característica física.

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Empregada doméstica, Fátima compareceu ao fórum para utilizar a estrutura de internet da própria Justiça a fim de prestar depoimento. O processo em questão trata da interdição de bens de uma idosa diagnosticada com Alzheimer.

Após o episódio, o juiz determinou a abertura de inquérito por falso testemunho contra a depoente. O pedido, no entanto, foi posteriormente arquivado pelo Ministério Público em janeiro deste ano.

A defesa da testemunha também apresentou pedido de suspeição do magistrado, alegando conduta hostil, postura elitista e comprometimento da imparcialidade na condução da audiência. Até o momento, o Tribunal de Justiça de São Paulo não se manifestou oficialmente sobre o caso.

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