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Mandioca lidera produção agrícola no Acre e puxa safra que ultrapassa 186,9 mil toneladas

Por Redação ContilNet

A mandioca foi, disparada, o produto mais cultivado no Acre em 2025. Sozinha, a raiz somou 494.311 toneladas, segundo o IBGE.

Mandioca liderou a produção agrícola no Acre. Foto: Marcos Vicentti.

A mandioca foi, disparada, o produto mais cultivado no Acre em 2025. Sozinha, a raiz somou 494.311 toneladas, segundo dados fazem parte do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que aponta que a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas no Acre alcançou 186.972 toneladas ao longo do ano passado, com uma área plantada de 62.804 hectares.

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Embora o levantamento específico de grãos some 186,9 mil toneladas, a produção geral evidencia a diversidade agrícola do estado. Depois da mandioca, os maiores volumes registrados foram de milho (123.214 t), banana (89.738 t) e soja (56.659 t). Também aparecem na lista produtos como arroz (4.246 t), café (6.632 t), feijão (2.829 t), laranja (5.279 t), cana-de-açúcar (10.181 t) e fumo (115 t).

O desempenho reforça a importância das cadeias produtivas locais, especialmente aquelas ligadas à agricultura familiar, que tem na mandioca uma das principais fontes de renda. Além do consumo in natura, a produção movimenta casas de farinha, pequenas agroindústrias e o comércio regional.

O governador Gladson Camelí destacou que o crescimento é resultado de planejamento e investimentos no setor produtivo, com incentivos, assistência técnica e mecanização agrícola.

“Esse resultado é fruto de muito trabalho, planejamento e compromisso com quem produz no nosso estado. Ultrapassar 186,9 mil toneladas na safra de 2025 mostra que o Acre está no caminho certo. Estamos investindo em incentivos, assistência técnica, mecanização e apoio direto ao produtor rural, fortalecendo as cadeias produtivas e gerando mais emprego e renda no campo”, disse.

A secretária de Estado de Agricultura, Temyllis Silva, também ressaltou que os projetos em execução e os recursos viabilizados por meio de convênios e emendas parlamentares devem fortalecer cadeias como as do café, cacau, mel e mandioca, além de ampliar ações em terras indígenas.

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