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Porto Alegre confirma caso de Mpox e prefeitura faz alerta

Por Redação

MPOX: Doença causa erupções na pele (VEJA/Shutterstock)

A Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre confirmou, nesta terça-feira (17/2), um novo diagnóstico de Mpox na capital gaúcha. O paciente, um morador da cidade, teria contraído a infecção durante uma viagem fora do estado. Embora o estado de saúde e a variante não tenham sido detalhados, o registro acendeu o sinal de alerta da vigilância sanitária.

Às vésperas das principais festas de rua do Carnaval, a prefeitura reforçou as orientações de prevenção, dado o caráter de alta transmissibilidade da doença em locais com grande proximidade física.

Cenário Epidemiológico em 2026

O caso de Porto Alegre não é isolado no Brasil neste início de ano. O país monitora a circulação do vírus com cautela:

Como se prevenir no Carnaval

A administração municipal destaca que a transmissão da Mpox ocorre principalmente pelo contato direto com lesões de pele ou secreções corporais (incluindo saliva). Em situações de proximidade prolongada, as gotículas respiratórias também podem transmitir o vírus.

Sintoma Descrição
Lesões de Pele Erupções ou feridas que costumam aparecer no rosto, mãos e genitais.
Febre e Calafrios Geralmente os primeiros sinais de alerta.
Linfonodos Aumento das ínguas, sinal de resposta do sistema linfático.
Dores no Corpo Fraqueza intensa e dor de cabeça persistente.

O que é a Mpox?

Anteriormente denominada “varíola dos macacos”, a Mpox é causada pelo vírus monkeypox. O período de incubação — tempo entre o contato e o surgimento dos sintomas — varia de 3 a 21 dias. Segundo o Ministério da Saúde, não existe um medicamento específico aprovado, e o tratamento foca no alívio dos sintomas e na prevenção de complicações.

A recomendação para quem apresentar sintomas é o isolamento imediato e a busca por atendimento em unidades de saúde, evitando a participação em blocos e festas carnavalescas para interromper a cadeia de transmissão.

Fonte: Veja

Redigido por: ContilNet

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