A jovem Fernanda Cristina Policaro, de 29 anos, recebeu alta hospitalar após passar 19 dias internada no Hospital de Base, no interior de São Paulo. Ela havia sido atropelada em uma rodovia de Bauru e chegou a ser dada como morta em um primeiro atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
O caso ocorreu no dia 18 de janeiro. Segundo as informações divulgadas, Fernanda foi vítima de atropelamento e recebeu atendimento ainda no local do acidente. Durante a ocorrência, uma médica do Samu declarou a morte da jovem.
Pouco tempo depois, porém, um médico socorrista da concessionária responsável pela rodovia percebeu que Fernanda ainda apresentava sinais vitais. Ele iniciou imediatamente os procedimentos de reanimação, o que foi fundamental para que ela fosse levada com vida ao hospital.
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A jovem foi encaminhada ao Hospital de Base, onde permaneceu internada por 19 dias sob cuidados médicos. Durante esse período, passou por acompanhamento intensivo até apresentar melhora no quadro clínico.
A alta hospitalar foi celebrada por familiares e também por funcionários da unidade de saúde, que acompanharam a recuperação da paciente desde a chegada em estado grave.
O caso repercutiu nacionalmente após a confirmação de que a morte havia sido declarada de forma equivocada no atendimento inicial, levantando questionamentos sobre os protocolos adotados no socorro.
A recuperação de Fernanda trouxe alívio à família e reacendeu o debate sobre a importância da checagem rigorosa dos sinais vitais em situações de emergência, especialmente em casos de traumas graves em rodovias.

