Um vídeo que circula nas redes sociais mostra a evolução de um paciente diagnosticado com paraplegia após iniciar tratamento com polilaminina. Segundo a publicação, ele sofreu lesão medular na vértebra T12 e não apresentava sensibilidade ou movimentos abaixo do nível da lesão.
De acordo com as informações divulgadas, o paciente recebeu a medicação no dia 2 de fevereiro, tornando-se o segundo caso no estado de Minas Gerais a utilizar o tratamento. Quinze dias depois, imagens recentes mostram o homem realizando movimentos ativos durante exercícios físicos, como abdução e extensão, em ambiente de academia.
O caso chamou atenção pela rapidez da evolução apresentada no vídeo. Em situações semelhantes, a recuperação de movimentos costuma depender de diversos fatores, como grau da lesão, tempo de tratamento, acompanhamento médico e fisioterapêutico.
A publicação destaca que o paciente segue sob acompanhamento médico e que o processo envolve monitoramento contínuo. Especialistas costumam reforçar que resultados individuais não substituem avaliação científica ampla, sendo necessários estudos clínicos para comprovar eficácia e segurança de qualquer medicação.
O episódio gerou grande repercussão online, com manifestações de esperança e também questionamentos sobre o tratamento. Até o momento, não foram divulgados detalhes técnicos adicionais sobre o protocolo utilizado nem sobre estudos científicos relacionados ao medicamento citado.

