Francisco Júnior da Silva, de 42 anos, Maria Pereira Frota, de 40 anos, e Raimundo Luiz Pessoa de Mendonça, de 38 anos, foram presos acusados de tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo, na tarde deste domingo (15), na Rua Beira Rio, no bairro Cidade Nova, região do Segundo Distrito de Rio Branco.
Segundo informações dos policiais militares do 2° Batalhão, a guarnição realizava patrulhamento de rotina pela Rua Beira Rio quando visualizou um homem a pé que, ao perceber a aproximação da viatura, demonstrou nervosismo, acelerou o passo e entrou rapidamente em um beco.
Três pessoas foram presas com skank, escopetas e material do tráfico/ Foto: ContilNet
Diante da atitude suspeita, foi feito um cerco para realizar a abordagem. Ao receber ordem de parada, o indivíduo desobedeceu e correu para o interior de uma residência, aumentando a suspeita de que poderia haver algo ilícito no local. Com base nas fundadas razões, os militares entraram no imóvel e conseguiram abordar o suspeito, identificado como Francisco Júnior da Silva. Na busca pessoal, nada de ilícito foi encontrado.
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Durante a averiguação no cômodo onde ele estava, os policiais localizaram, sobre um armário, 76 trouxinhas de substância aparentando ser skank, embaladas para comercialização. No mesmo local, foram encontradas duas escopetas calibre 28 e dois cartuchos do mesmo calibre, sendo um intacto e outro deflagrado, além de um cartucho calibre 20 deflagrado.
Três pessoas foram presas com skank, escopetas e material do tráfico/ Foto: ContilNet
Nas buscas pelos demais cômodos da residência, a equipe apreendeu ainda um caderno com anotações relacionadas à venda de drogas e à contabilidade do tráfico, além de uma balança de precisão e um rádio comunicador. No imóvel também estavam Maria Pereira Frota e Raimundo Luiz Pessoa de Mendonça, que se apresentaram como proprietários da casa.
Diante dos fatos, os três receberam voz de prisão em flagrante pelos crimes, em tese, de tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse irregular de arma de fogo, sendo encaminhados à Delegacia de Flagrantes (Defla), juntamente com todo o material apreendido, para que fossem tomadas as medidas cabíveis.

