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Porto Alegre confirma primeiro caso de Mpox em 2026 e acende alerta em meio ao Carnaval

Por Redação ContilNet

Porto Alegre confirma primeiro caso de Mpox em 2026 e acende alerta em meio ao Carnaval

Porto Alegre confirma primeiro caso de Mpox em 2026 e acende alerta em meio ao Carnaval/Foto: Shutterstock

A Vigilância Epidemiológica de Porto Alegre confirmou nesta terça-feira (17) o primeiro caso de infecção pelo vírus Mpox no município em 2026. A doença viral, que integra o mesmo grupo do vírus da varíola, foi detectada em um morador da capital gaúcha que teria contraído a infecção fora do estado do Rio Grande do Sul, segundo as autoridades sanitárias.

Ainda não foram divulgadas informações sobre a identidade ou o estado de saúde do paciente que testou positivo, nem qual variante do vírus está envolvida no caso. A Prefeitura de Porto Alegre reforçou que o diagnóstico ocorreu após o morador procurar atendimento médico ao apresentar sintomas compatíveis com a infecção, como lesões cutâneas e outros sinais comuns da doença.

A confirmação ocorre em um momento de grande circulação de pessoas devido às festividades de Carnaval, o que motivou autoridades de saúde a reforçarem orientações preventivas. A transmissão da Mpox acontece principalmente por contato direto com feridas, secreções respiratórias ou saliva de pessoas infectadas ou por contato íntimo prolongado.

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Com base nos registros anteriores, Porto Alegre havia registrado 11 casos da doença em 2025, e as autoridades recomendam vigilância contínua dos sintomas após a exposição. Entre os sinais mais frequentes estão erupções corticais, febre, dor de cabeça, dores musculares e linfonodos inchados, que podem surgir de três a 21 dias após a exposição ao vírus.

Apesar do registro isolado, especialistas continuam considerando o risco de uma nova onda de transmissão baixa, mas chamam atenção para a importância do monitoramento e da prevenção, especialmente em eventos com contato físico mais próximo entre participantes.

As autoridades de saúde orientam que, ao notar lesões suspeitas ou sintomas da doença, a pessoa procure atendimento e evite contato físico prolongado com outras pessoas, bem como o compartilhamento de objetos pessoais, como forma de conter possíveis cadeias de transmissão.

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