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Medo da sexta-feira 13? Prepare-se para três datas em 2026

Por Redação

sexta-feira 13

Fortton/ Getty Images

Os parascavedecatriafóbicos — pessoas com medo patológico da data — que se preparem: 2026 será um ano intenso. Diferente do habitual, onde a combinação ocorre apenas uma ou duas vezes, este ano a sexta-feira 13 aparecerá em dose tripla no calendário: hoje (13 de fevereiro), em 13 de março e, por fim, em 13 de novembro.

A frequência dessa data depende diretamente do dia da semana em que o ano começa. Em 2026, a coincidência é ainda mais simbólica, já que a primeira ocorrência acontece em plena abertura oficial do Carnaval, misturando a folia brasileira com os mitos de má sorte.

Mitos e estatísticas: A data é realmente perigosa?

Apesar do alvoroço, o setor de seguros traz dados que acalmam os nervos. Estatísticos de grandes seguradoras garantem que a sexta-feira 13 não registra mais acidentes do que qualquer outro dia útil.

A origem da “Dúzia do Diabo”

O antropólogo cultural Gunther Hirschfelder explica que o estigma do 13 vem da quebra do sistema de base 12 (doze meses, doze horas, doze signos). No catolicismo, a má fama foi reforçada por Judas, o 13º convidado da Última Ceia. Já a sexta-feira ganhou peso negativo por ser o dia da crucificação de Jesus.

Contudo, a união específica dos dois termos — sexta-feira 13 — só ganhou força cultural nos últimos 70 anos, muito influenciada pelo cinema e pelo jornalismo norte-americano, sendo exportada para o resto do mundo como um “flerte com o azar”.

O que esperar das próximas datas

Com a tríade de 2026, o mercado de entretenimento e o turismo devem aproveitar o misticismo. Enquanto em fevereiro o clima é de Carnaval, em março e novembro as interpretações podem variar entre festas temáticas e o reforço de rituais de proteção. Para a maioria, porém, o lema continua sendo o ditado popular: “O importante é que finalmente é sexta-feira”.

Fonte: Metrópoles

Redigido por: ContilNet

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